Há sol na rua Gosto do sol mas não gosto da rua Então fico em casa À espera que o mundo venha Com as suas torres douradas E as suas cascatas brancas Com suas vozes de lágrimas E as canções das pessoas que são alegres Ou são pagas para cantar E à noite chega um momento Em que a rua se transforma noutra coisa E desaparece sob a plumagem Da noite cheia de talvez E dos sonhos dos que estão mortos Então saio para a rua Ela estende-se até à madrugada Um fumo espraia-se muito perto E eu ando no meio da água seca . Da água áspera da noite fresca O sol voltará em breve
Grazie per la visita. Gli apprezzamenti sono sinceramente ricambiati. Spero avrai il piacere di tornare a leggermi e farmi visita nel blog. Ti auguro una felice domenica. Un bacio. A bientot.
Dolcissima Simo! Con quale piacere ho letto il tuo commento.... Scusami se non sono passata prima per ringraziarti ma ormai le mie giornate sono corse continue e devo fare le cose... a rate....Come stai tesoro? I tuoi studi? Che bello averti ritrovata! Mi spiace però che io partirò lunedì per qualche giorno di vacanza al mare ma tornerò presto... A Recanati sono andata, come ogni anno, per il mio "pellegrinaggio" annuale in occasione dei festeggiamenti per Leopardi... E' una specie di vacanza mentale la mia, perché faticosissima dal punto di vista fisico.... Ti abbraccio e aspetto tue nitizie, mi raccomando....Un bacione grandissimo insieme agli auguri per tutto...
Há uma casa no olhar de um amigo. Nela entramos sacudindo a chuva. Deixamos no cabide o casaco fumegando ainda dos incêndios do dia. Nas fontes e nos jardins das palavras que trazemos o amigo ergue o cálice e o verão das sementes. Então abre as janelas das mãos para que cantem a claridade, a água e as pontes da sua voz onde dançam os mais árduos esplendores.
Um amigo somos nós, atravessando o olhar e os véus de linho sobre o rosto da vida nas tardes de relâmpagos e nos exílios,
onde a ira nómada da cidade arde como um cego em busca de luz.